terça-feira, 24 de fevereiro de 2009


O terceiro momento é também composto por seis desenhos, agora a personagem nela representada encontra-se com a cabeça coberta e presa a ideias dos outros (igreja), esta situação transmite-me claustrofobia. E assim vou tentando libertar-me desta prisão que construi em mim mesmo, poder voltar a ser eu mesmo, de mente aberta sem ter de sofrer preconceitos de ninguém e principalmente de mim mesmo. Alguns destes desenhos já se tornaram mais limpos abandonando a grafite, colocando no seu lugar aguadas de tinta da china. Esta limpeza do desenho serve para transmitir a limpeza e a libertação do meu espírito em relação a tribos sociais e a culturas predefinidas, para passar a ser eu mesmo.























A quarta e ultima parte é constituída também por seis desenhos e neles me represento como um cadastrado em que se lhe mete uma etiqueta, e é assim que me sinto quando me tratam por gótico, algo que acho que não tem fundamento pois não me identifico com essa tribo social, não e por ouvir musica pesado, ou porque falo de questões sociais que estão a aumentar, como o suicídio, que o tenha de ser. Desta forma rasgo essa etiqueta como forma de protesto e afirmo quem eu sou um ser de corpo e alma que tem pelo nome Ricardo Cardoso.